METRO NORTE

Este canal de noticias foi criado pelo prof Fernando Melo com o objetivo de divulgar informação da Região Metropolitana Norte do Recife, publicada nos diversos meios de comunicação de Pernambuco.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Piscinas abandonadas viram criadouros de mosquitos


As cidades do litoral pernambucano são onde está a maior concentração de residencias com piscinas, uma grande parte delas são casas de veraneio, onde os proprietários aparecem apenas nos finais de semana e períodos de ferias. Entretanto, essas piscinas sem os devidos cuidados, estão se transformando em criadouros de mosquito. 
Alguns proprietários estão sempre atentos para a água da piscina, contratam pessoas para realizarem tratamento semanal, mantendo sempre a água clorificada, evitando o acumulo de sujeira.
Mas por outro lado existem casas onde as piscinas encontram-se totalmente abandonadas, cobertas de sujeira em condições adequadas como criadouro principalmente do Aedes aegypti.  
As Prefeituras Municipais precisam estar vistoriando permanentemente essas residencias de veraneio, notificando os seus proprietários sobre o tratamento da água das piscinas.

Fernando Melo - Professor

Moradores de Paulista denunciam canaletas entupidas e vazamentos


Reprodução/TV Jornal
No bairro de Maranguape 2, em Paulista, no Grande Recife, canaletas entupidas ao longo da Avenida E estão trazendo transtornos para os moradores. Segundo a população, quando a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) faz a limpeza nos reservatórios, toda a água escoa para a rua, resultando em buracos e lama na via.

Resposta
A Secretaria de Serviços Públicos de Paulista informou que já visitou o trecho citado pela denúncia. No entanto, ficou constatado que realmente existe uma tubulação da Compesa rompida, causando o alagamento. Até o momento, a Prefeitura aguarda o posicionamento da Compesa em relação ao vazamento para assim resolver a questão dos buracos causados pelo escoamento da água.

Já a Compesa esclarece que não há registro de vazamento no local. A Companhia informa que irá enviar uma equipe ao local ainda nesta quarta-feira (11) para realizar um diagnóstico e tomar as providências para o conserto da tubulação.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Pernambuco monitora casos suspeitos de sarampo

   

Queda da cobertura vacinal é relacionada por especialistas ao retorno do sarampo ao Brasil
Foto: Ricardo B. Labastier/Acervo JC Imagem
Da Editoria de Cidades

Pernambuco está em alerta quanto ao risco de reintrodução do sarampo no Estado. Pelo menos cinco casos suspeitos foram notificados no Recife desde o dia 28 de junho. Um deles ainda aguarda resultados de exames no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen) para ser analisado, já outros quatro estão descartados. As informações estão em comunicado divulgado pela Secretaria de Saúde do Recife na última quinta-feira, com orientações sobre procedimentos médicos que devem ser adotados se pessoas, em qualquer idade ou situação vacinal, apresentarem febre e exantema (manchas vermelhas na pele) acompanhados de tosse, coriza ou conjuntivite.


No Estado, a Secretaria de Saúde do Estado (SES) afirma que houve 39 casos suspeitos de doenças exantemáticas, que englobam sarampo e rubéola, notificados em 2018 até o momento. Do total, 35 já foram descartados por critério laboratorial. O resto aguarda resultados de exame. Não há informações se os pacientes entraram em contato com pessoas que estiveram em áreas de circulação do vírus, como Amazonas e Roraima. Nestes Estados, estão confirmados 465 casos e três mortes. Também há confirmação de uma criança infectada no Rio Grande do Sul e suspeitas em Mato Grosso do Sul.

O avanço da doença no País levanta preocupações porque o sarampo é altamente contagioso. Pernambuco não confirma casos da doença desde 2014, após último surto que começou em 2013. “A transmissibilidade ocorre, principalmente, via aérea, por gotículas e secreções. Os sintomas vão surgir entre dez e 14 dias após o contato. Começa com febre, tosse, olhos vermelhos ou lacrimejando. Em seguida, surge o exantema”, afirma a infectologista pediátrica Alexsandra Costa. 

VACINAÇÃO
A queda da cobertura vacinal é relacionada por especialistas ao retorno do sarampo ao Brasil, dois anos depois de ter sido considerado erradicado no País. Ano passado, a cobertura vacinal contra o sarampo, aplicada primeiro aos 12 meses de vida,  ficou abaixo da adequada em 21 Estados.  No caso da dose de reforço, dada aos 15 meses, a situação é ainda pior. Apenas o Ceará alcançou a meta de 95%, considerada pelo governo o mínimo para erradicar a doença. 

Quem não recebeu a vacina tríplice viral, que protege também contra rúbeola e caxumba, ou está com a imunidade baixa, se torna mais suscetível à doença. Adultos com até 29 anos também devem tomar duas doses com intervalo de 30 dias entre elas, caso não tenham sido vacinados ou não se lembrem de receber a aplicação. A partir dos 49, é recomendada uma dose.

“É preciso ter cuidado com contatos suspeitos com crianças menores de um ano porque ainda não foram vacinadas. Se isso ocorrer, é possível vacinar antes do recomendado”, explica a infectologista do Hospital Oswaldo Cruz, Ângela Rocha.

A SES garante que continua vigilante em relação à doença, já que o risco de reintrodução no Estado permanece devido ao fluxo de pessoas provenientes de áreas endêmicas. Todas as ações de monitoramento e precauções nos registros suspeitos seguem sendo adotadas.

Fonte: Jornal do Comercio.

sábado, 7 de julho de 2018

Paulista, Olinda e Recife são campeões do desperdício de água

Vazamentos e ligações clandestinas estão entre as principais causas para a perda de águaFoto: Brenda Alcântara

Quando o assunto é perda de água tratada, o município de Paulista, na Região Metropolitana, registra a segunda posição em um ranking com dez cidades brasileiras. Em seguida, vêm OlindaRecife, ocupando a quinta e oitava posições, respectivamente. O desperdício é causado por vazamentos nas tubulações, erros de leitura de hidrômetros, roubos e fraudes. E, neste contexto, Paulista possui um maior índice, com 67,92%; Olinda, com 62,70%; e Recife, com 61,16%. É o que aponta o estudo do Movimento Menos Perda, Mais Água, da Organização das Nações Unidas (ONU), feito em parceria com o Instituto Trata Brasil e a Go Associados. Os dados são do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2016, os mais recentes, divulgados pelo Governo Federal neste ano.
Apesar de a água ocupar cerca de 71% da superfície da Terra, 97% dessa água é salgada. Dos 3% de água doce existentes, menos de 1% é acessível em rios, lagos ou aquíferos, ou seja, disponível para uso humano. E a escassez de água já é uma realidade próxima. Nas cidades de Paulista e Olinda, por exemplo, os moradores sabem muito bem o valor que tem a água. Desde abril do ano passado, ele sentiram a ampliação no rodízio de abastecimento pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), passando de um dia com o produto e três sem, para cinco dias sem. Foi a única solução encontrada pela companhia diante do baixo nível no Sistema Botafogo, que trabalha hoje com 46,6% da sua capacidade total. 
Se viver em sistema de rodízio d’água já é um sufoco, imagine ver água potável sendo desperdiçada ao ar livre? No cruzamento das ruas Araponga e Asa Branca, na terceira etapa do bairro de Rio Doce, em Olinda, os moradores denunciam que o problema ocorre há quase um ano, desde que a Compesa fez uma obra para trocar uma tubulação num outro trecho do bairro e, segundo eles, não tomou nenhuma atitude em em relação às consequências. Por lá, os moradores se dizem cansados de reclamar. “Fica um jogo de empurra entre o setor de obras da Prefeitura e a Compesa, e ninguém faz nada”, queixa-se a dona de casa Luciana Ferreira, 33 anos.
A casa dela, de número 35, foi a mais prejudicada. A tubulação onde ocorre o vazamento passa debaixo do imóvel. De tão úmido, o chão da residência de Luciana, que é de cimento queimado, abriu-se em buracos, e as laterais das paredes estão rachadas. “Minha casa está toda fofa por causa dessa água que não para de jorrar, dá muito medo de o chão se abrir todo. Fora que é foco de dengue”, reclama. 
Saindo de Olinda, ao andar pelas ruas do Recife, outro flagrante. No bairro de Santo Amaro, área central da Cidade, um grupo de flanelinhas lava carros com água furtada da tubulação subterrânea. Um buraco no asfalto foi feito para acoplar a mangueira a um dos canos. Em carros de grande porte, eles chegam a utilizar mais de 20 baldes de 15 litros cada um.

Na avaliação da representante do Movimento Menos Perda Mais Água do Pacto Global da ONU, Adriana Leles, a má gestão dos recursos hídricos é preocupante, diante de um cenário de mudanças climáticas - o que reforça a necessidade de enfrentar essas perdas excessivas. Ela cita como exemplo, um case de sucesso do movimento como uma forma de mostrar que poupar água também fortalece a economia. “O volume economizado pela Sanasa (responsável pelo saneamento de Campinas) ao longo de 23 anos, totalizou em 477 milhões de metros cúbicos - cada metro cúbico equivale a mil litros. Esse mesmo volume garante, por exemplo, garante operações anuais de três plantas industriais da Braskem instaladas no Brasil, Estados Unidos e Alemanha pelo período de até sete anos”, compara.

Compesa questiona
Ao comentar o levantamento dos dados nacionais, o integrante do apoio técnico da diretoria de engenharia da Compesa, Daniel Genuíno, fez ponderações. Segundo ele, uma pesquisa necessita de aprofundamento no perfil de consumo, características e dados do sistema de abastecimento de cada município. “Ele (o instituto) pegou uma série de indicadores do sistema nacional para dar um parâmetro geral para cada cidade, como se fosse a realidade”, afirmou.

Segundo Genuíno, “a literatura nacional e internacional não recomenda esse tipo de análise, porque cada sistema opera de forma diferente”, questionou, exemplificando: “A cidade A tem volume d’água distribuído na ordem de 200 litros por segundo e consome 100. Matematicamente, a perda é de 50%. Já a Cidade B tem 5 mil litros por segundo e consome 4 mil. Quem perde mais? Não tem como comparar. Cada sistema funciona de acordo com a realidade de cada lugar”, afirmou.

De acordo com ele, a Compesa investe, em média, R$ 600 milhões por ano em melhorias no sistema de abastecimento. Entre as melhorias, Genuíno ressalta o investimento que a companhia vem fazendo ao longo dos últimos dez anos para setorizar a rede, ou seja, dividi-la em “fatias” menores, a fim de evitar que uma grande área seja afetada quando ocorre um estouramento no sistema de distribuição de água - tendo em vista que sempre é preciso suspender o abastecimento para executar o conserto. 

O projeto de setorização envolve a instalação de válvulas redutoras de pressão, macromedidores (equipamentos que controlam as pressões e vazões da rede de distribuição) e substituição de tubulações antigas para garantir maior eficiência operacional e redução de perdas.

Entre os exemplos de setorização, ele citou as obras do Projeto Olinda + Água, que prevê a distribuição de água todos os dias em 15 bairros de Olinda, são eles: Rio Doce, Jardim Atlântico, Jardim Fragoso, Casa Caiada, Bairro Novo, Bultrins, Ouro Preto, Jatobá, Monte, Guadalupe, Bonsucesso, Amaro Branco, Carmo, Varadouro, Santa Tereza. De acordo com a Compesa, o Olinda + Água é o maior programa de abastecimento de água em execução na Região Metropolitana e beneficia 250 mil pessoas em Olinda, quase 60% da população da cidade. As obras iniciaram em março de 2016 e a previsão de conclusão é março de 2021. Na ordem de R$ 134 milhões, os recursos foram financiados pela Compesa e Estado junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD).

Mas, então, quanta água potável distribuída para cada município é desperdiçada? Para essa pergunta, Genuíno deixou claro que ainda não há resposta. “Só podemos quantificar isso quando dividirmos a rede, ou seja, setorizá-la, implantar o marco medidor, instalar o hidrômetro em cada ligação. Qualquer número que eu der é aproximado e não reflete à realidade. A Compesa só poderá precisar um valor quanto ao balanço de massa (quantidade de água que entra, quantidade consumida e o volume d’água que não chega), quando fecharmos a setorização de uma cidade. E, dessa água que não chega, dizer o que é vazamento e o que é fraude”, justifica.

Consumo controlado
Mas, nem só maus exemplos foram encontrados. Em Paulista, cidade que, segundo o estudo, é a que mais desperdiça água potável no Estado, há um local, o GreenVillage Condomínio Clube, localizado na Estrada do Frio, em Jardim Paulista, onde a realidade é bem diferente. Lá, o consumo de água se tornou individualizado, ou seja, não entra mais nas despesas da administração do condomínio.

O GreenVillage é formado por 15 torres, totalizando 480 apartamentos. Antes de adotar o hidrômetro individual, a dívida do condomínio girava em torno de R$ 37 mil por mês. “Essa mudança obriga os moradores a terem o compromisso de zelar pelo consumo”, comenta o síndico, Danillo Vitor Anjos. Essa obrigação é prevista na lei nº 12.609, mas são poucos os edifícios que a cumprem e instalam marcadores individuais de água. “No nosso caso, notificamos a construtora, que nos entregou o condomínio sem cumprir a lei. A construtora reconheceu e instalou, por conta própria, os medidores”, complementou Anjos. Apesar disso, moradores relatam várias cenas de desperdício no condomínio, que ainda precisam ser combatidas pela administração.

Além de mudar hábitos e adotar atitudes ecológicas no dia a dia, a cabeleireira Grabrielly Silva e o seu marido, o funcionário público Antônio Ricardo Silva, optaram por mecanismos que reduzem o desperdício, ao realizar uma reforma no apartamento. O casal, que mora na torre 9 do condomínio, trocou todas as torneiras por outras que possuem arejador, que mistura ar à água, diminuindo o fluxo, mas mantendo a sensação de volume e direcionando o jato. Por isso, quanto maior a pressão, maior a economia, que varia entre 50% e 80%, segundo fabricantes. “Me dá uma agonia enorme ver pessoas usando água inconscientemente. Logo quando eu e meu marido chegamos para morar aqui, a falta de educação era grande”, relembra.

Essa consciência, diz Gabrielly, não vem de agora. Hoje com 28 anos, ela diz que desde criança sabia do sacrifício de não ter água. “Minha mãe dirigia carros-pipa e levava água para comunidades muito necessitadas. Eu via como era o desespero das pessoas e, a partir disso, criei meus hábitos de economia. Não por uma questão financeira, mas por consciência ambiental mesmo”, salienta.

A preocupação em preservar o recurso é perceptível no apartamento. No banheiro, por exemplo, ela mostrou uma de suas estratégias: manter uma garrafa PET com água dentro do reservatório da descarga. A garrafa ocupa espaço e reduz o volume de água lançada na descarga. “O truque evita o gasto de água e não danifica o equipamento”, afirma Gabrielly. Na prática, ao fazer isso, você economiza o volume relativo à capacidade da garrafa, ou seja, no caso, um litro a menos de água a cada descarga. 
Fonte: Folha de Pernambuco.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Manguezal no Janga é agredido por construções irregulares


Imóveis, maioria feita em alvenaria, foram erguidos sobre vegetação que deveria ser preservada, próximos à ponte do Janga
Foto: Arthur de Souza

Basta um olhar mais atento para perceber o quanto cresceu a ocupação às margens da ponte do Janga, no município de Paulista, no Grande Recife. Praticamente, toda a margem esquerda (sentido Olinda / Paulista) está ocupada por casas, na sua maioria de alvenaria. Imagens aéreas mostram que quase não há manguezal no trecho ocupado. Nos últimos dois meses, garantem moradores da região, as construções de alvenaria avançaram sobre o manguezal do lado direito da ponte, onde o rio Fragoso se encontra com o mar, ponto marcado por uma estátua em homenagem a Iemanjá. 

No caso do lado direito da ponte, pode-se ver que os imóveis são recém-construídos, até pelo improviso feito por meio de papelões e lonas. O espaço foi aterrado e rapidamente deu lugar às novas ocupações. Por lá, foram poucas as pessoas que quiseram falar com a Folha de Pernambuco. E, dessas poucas, nenhuma quis se identificar. “A área já foi devastada e a ocupação pode crescer se nenhuma intervenção for feita com urgência. Daqui a pouco, vai estar uma favelização danada por aqui”, teme uma das moradoras. Ao longo da avenida, pilhas de tijolos e de areia indicam que haverá mais construções no manguezal. 

“Não é querendo julgar esse povo, até porque essa situação é reflexo do déficit habitacional no Estado. Não é algo pontual de Paulista. Isso ocorre no Recife ou qualquer município que você for. Mas, não podemos negar que a favelização também contribui para o aumento da violência, mesmo a ponte estando a poucos metros do batalhão (de polícia)”, observa uma das pessoas que passam diariamente de carro pelo trecho. 

Mas, o problema não se resume apenas à segurança. Ele é também ambiental, uma vez que manguezal é Área de Preservação Permanente (APP) pelo Código Florestal. E, mesmo tendo uma lei que proteja o ecossistema, na prática, ela não funciona. Além da pressão antrópica, esse desmatamento em áreas de manguezal compromete toda uma fauna que depende do bioma, uma vez que os mangues servem de berçários naturais para muitas espécies. Autonomia ambiental Paulista está entre os 14 municípios que têm autonomia sob a gestão ambiental. 

Neste contexto, cabe à Secretaria de Controle Urbano em conjunto com a de Meio Ambiente fiscalizar e, a depender do caso, exercer poder de polícia para demolir as construções. A reportagem tentou contato com a Prefeitura de Paulista e o Ministério Público de Pernambuco, mas não obteve retorno.

Fonte: Folha de Pernambuco.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Fórum de Itamaracá é alvo de arrombamento

Foto: Cortesia

O Fórum Sandoval Malta de Almeida, em Itamaracá, no Grande Recife, teve as suas dependências invadidas na noite do último sábado (30). De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), a princípio, não foi constatado pela Polícia Civil o roubo de nenhum material do fórum. Nas imagens recebidas pela reportagem, é possível visualizar um pacote de maconha violado no chão. 

Evidências de processos espalhadas pelo chão
Uma grade foi forçada para a entrada do invasor ou invasores no Fórum de Itamaracá. Salas onde evidências de processos em andamento são guardadas foram reviradas. Papéis e materiais coletados como provas foram espalhados pelo chão. Até o momento, não há suspeitos para o crime. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil.

Fonte: TV Jornal

domingo, 1 de julho de 2018

PREJUÍZO COM DEPREDAÇÃO E ROUBO DE TAMPAS DA REDE DE ESGOTO NA RMR CHEGAM A R$ 3,2 MILHÕES, AO ANO


Mesmo localizada quase que, totalmente, no espaço subterrâneo, a rede coletora de esgoto também é alvo de vandalismo. As partes aparentes da rede coletora, que são as tampas de poços de visita e das caixas de inspeção, instaladas nas ruas e calçadas – e por onde se faz as inspeções na rede e a manutenção do sistema de esgotamento sanitário – são constantemente depredadas ou roubadas. Por mês, são substituídas cerca de 500 tampas desses equipamentos na Região Metropolitana do Recife, um custo de quase R$ 270 mil, incluindo os gastos com a instalação e mão de obra. Se for considerado o período de um ano, esses custos chegam a R$ 3,2 milhões. Os números foram levantados pelo Programa Cidade Saneada, a Parceria Público Privada entre a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e a BRK Ambiental, que faz a manutenção dos sistemas operados na RMR. Além dos prejuízos, esses equipamentos depredados representam um risco iminente de acidentes para pedestres e veículos.
Boa parte dessas ações de vandalismo foram registradas nas áreas mais afastadas dos centros urbanos, nos bairros periféricos e com menos circulação de pessoas. No entanto, os bairros ‘campeões’ das ações para troca de tampa de poços de visita e caixas de inspeção são Brasília Teimosa, Afogados e Santo Amaro, no Recife. “A substituição das tampas gera um custo significativo, que poderia ser revertido para a modernização e ampliação do sistema de esgotamento sanitário da RMR. Em alguns trechos ainda é necessária a pavimentação no entorno das tampas em decorrência do vandalismo”, informa a gerente operacional da Compesa, Noélia Lopes, pontuando que a responsabilidade pelo uso correto das redes, seja de água ou esgoto, também é da população, cabendo às concessionárias a manutenção preventiva e corretiva dos sistemas.
De acordo com a gerente, estão sendo realizadas ações para minimizar essas ocorrências, tendo em vista que os serviços de manutenção preventiva e corretiva seguem rigorosos critérios exigidos pela Compesa e são balizados por indicadores internos. “Para a questão do roubo, estamos substituindo as tampas depredadas por tampas de ferro fundido com uma trava antifurto, impedindo a abertura manual e indevida”, informa Noélia Lopes. Nesses casos, apenas a utilização de uma chave específica permite o destravamento da tampa.
Fonte: Blog Informe-PE

sábado, 30 de junho de 2018

MELHORIAS NA COLETA DO LIXO


Em algumas cidades do litoral norte de Pernambuco as pessoas vem percebendo a pressa que os funcionários da coleta de lixo têm para executar o serviço. Ao serem questionados, os trabalhadores alegam que recebem uma área enorme, com diversos bairros para fazer a coleta do lixo, e são obrigados a cumprir a meta. Muitas vezes passam de madrugada em algumas comunidades e na pressa o serviço não sai bem feito, deixando sacolas de lixo pelo caminho.
A solução segundo os trabalhadores é aumentar a frota de caminhões de coleta, mas infelizmente as prefeituras não querem gastar dinheiro com isso, e o serviço vai continuando sendo feito na pressa e mal feito.
Fernando Melo - Professor.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

ITAMARACÁ: Agência do INSS não atende à população


A Ilha de Itamaracá foi contemplada com uma agência do INSS inaugurada em outubro de 2017, entretanto até a presente data não está em funcionamento. Parece incrível, mas é a realidade. Inauguraram um órgão público que não atende a população num serviço considerado essencial para os aposentados. Fica nosso apelo à Superintendência do INSS para que coloque a agência em funcionamento.

Fernando Melo
Professor e Ambientalista

sábado, 23 de junho de 2018

Itapissuma inaugura núcleo de apoio aos animais


A Prefeitura de Itapissuma está de parabéns pela implantação de um núcleo de apoio aos animais no município. Mais de 100 animais que estavam em situação de risco e vulnerabilidade, foram resgatados das ruas e agora estão sob a proteção de uma cuidadora, acompanhados pela vigilância sanitária e pela secretaria municipal de meio ambiente.
A iniciativa é uma demostração que o poder público pode sim promover ações e politicas publicas em defesa da vida animal, o que falta é vontade politica dos gestores públicos. Espero que essa atitude seja copiada por outras cidades pernambucanas.
A sociedade civil organizada também pode ser uma parceira na conscientização contra o abandono e os maus tratos aos animais.

Fernando Melo - Professor.


sexta-feira, 22 de junho de 2018

Especialistas alertam para cuidado com queimaduras de fogos de artifício

Crianças são as maiores vítimas. Geralmente queimam as mãos e as pernas. Foto: Marlon Diego/Esp DP

Neste mês de junho as ocorrências de queimaduras aumentam e, este ano com Copa do Mundo, as ocorrências com fogos de artifício só crescem também. Na Unidade de Queimados do Hospital da Restauração, no bairro do Derby, nove pessoas deram entrada no último jogo do Brasil, domingo passado, por conta de brincadeiras com fogos. Médicos alertam para os cuidados e orienta as vítimas como agir no caso de uma emergência.

As crianças, geralmente, sofrem mais com esses acidentes devido à área corporal ser menor, o que confere gravidade à queimadura, visto que quanto maior a área do corpo atingida, maior o risco de complicações, sequelas e até de morte.

O médico Marcos Barreto, chefe do setor de Queimados do HR, diz que muitas pessoas costumam usar combustível para acender as fogueiras juninas. "Todo cuidado é pouco. É um risco muito grande, principalmente para aquelas pessoas que nunca acenderam uma fogueira antes", disse.

Queimaduras de primeiro grau são mais comuns. Elas são mais fáceis de tratar, causam dor e vermelhidão na pele. Já as de segundo grau, provocam lesões bolhosas, dor mais forte e vermelhidão, e as de terceiro, são as mais profundas. Podem atingir órgãos e destrói a camada da pele, causando infecções.

A tutora de Enfermagem da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS), Camila Ribeiro explica que queimaduras em áreas da genitália, extremidades, pescoço ou face, mesmo que pareçam inocentes, devem ser avaliadas por um profissional em serviço de pronto atendimento. “Ao queimar-se, a pessoa deve remover imediatamente vestes e adornos (anéis, pulseiras, brincos) da área atingida e lavar com água fria e limpa, a fim de aliviar a dor, de resfriar o local e evitar a propagação da queimadura”, orienta a enfermeira.

Especialistas também desaconselham receitas caseiras. Assim, não se deve colocar abrasivos como creme dental, nem temperos, itens culinários ou pós, como talcos para os pés ou talco de bebê. Segundo Camila, no caso de contato com pólvora ou cinzas nos olhos, a orientação é lavar com soro fisiológico ou água fria e limpa, e não esfregar o local. "Já se a lesão for causada por explosão, deve-se proteger os olhos e, em ambos os casos, seguir para um serviço de emergência geral ou oftalmológica", esclarece.

CASOS GRAVES - Hoje as queimaduras decorrentes de combustíveis (gasolina, querosene, álcool) utilizados em substituição ao gás de cozinha também têm causado grande preocupação e lotação dos serviços que realizam atendimento de queimados. "Isso se deve principalmente a lesões graves, que muitas vezes decorrem de explosões, e que frequentemente atingem maior superfície corporal, a exemplo do que ocorre com fogos de artifício” explica Carina. Nesses casos, é melhor sempre procurar a ajuda de um especialista médico.

Precauções a serem tomadas:
- Evitar o uso de fogos por crianças, e, se isso ocorrer, que seja com a supervisão de um adulto e obedecendo à respectiva indicação de idade;

- Ter muito cuidado com as roupas, inclusive com trajes matutos das meninas, que tem muitos babados, fitas e material sintético que pegam fogo rapidamente e que basta uma fagulha acesa para incendiar a roupa por completo;

- Não ficar próximo a pessoas soltando fogos nem jogar qualquer coisa na fogueira, mesmo que não seja explosiva;

- Jamais tentar apagar fogos com os pés ou conferir de perto se estão ou não acesos, porque se apenas parecer estar apagado, certamente explodirá e poderá causar danos;

- Não consumir bebida alcoólica antes de manusear fogos e fogueiras, pois seu nível de atenção nunca será o mesmo e qualquer descuido pode ter consequências severas e/ou irreversíveis;

- Não permitir o trânsito/circulação de crianças em locais onde haja fogueiras, alimentos cozinhando e, sobretudo, manter o cozimento e os alimentos prontos com cabos das panelas voltados para dentro e sempre nas bocas de trás do fogão. Muito cuidado também com o transporte, se certificando sempre se o caminho está livre e se você suportará o peso da panela com o alimento quente ou fervente, mantendo o cuidado de proteger-se com luvas isolantes térmicas.

Fonte: Diário de Pernambuco

CPRH e Depoma barram ocupação irregular e tentativa de loteamento em área de proteção ambiental em Abreu e Lima


Ação foi em Abreu e Lima, em região compreendida pela APA Aldeia-Beberibe. Marcações de terrenos e faixa com ofertas de venda foram retiradas.

Uma fiscalização conjunta da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma, Polícia Civil) constatou e brecou, na manhã desta quinta-feira (21), uma tentativa de ocupação irregular para venda de terrenos (loteamento) no município de Abreu e Lima. As marcações dos terrenos e as faixas com ofertas para negócios (venda ou troca) foram retiradas. Por telefone, o suposto corretor foi intimado a comparecer à sede da Depoma, na próxima semana, para os procedimentos administrativos e criminais.

Com aproximadamente 2,14 hectares, a área onde estava começando a ser ofertada a venda irregular de terrenos fica próxima à divisa de Abreu e Lima com Paudalho, região compreendida pela Área de Proteção Ambiental (APA) Aldeia-Beberibe. Já vinha sendo monitorada pela gestão da APA e, na fiscalização, foi constatada a marcação dos terrenos (lotes). Na investida, os fiscais da CPRH e os policiais da Depoma ainda tentaram localizar os responsáveis, mas conseguiram apenas o contato telefônico com o dono da linha assinalada nas faixas encontradas.

Na mesma ação, foram fiscalizados pontos de venda de lenha para fogueiras juninas em Apipucos, no Recife, e na Estrada de Aldeia, em Camaragibe, Paudalho e Abreu e Lima. Todos os pontos vistoriados estavam em situação regular. Com a campanha São João Ambiental, a CPRH vem alertando sobre o uso de balões e a venda de madeira de origem ilícita. A campanha, reforçada nas mídias sociais da Agência, busca sensibilizar a população a minimizar impactos ambientais nos festejos.

No caso das fogueiras, as madeiras nativas, como o ipê e a baraúna, oriundas da Mata Atlântica e da Caatinga, só podem ser vendidas com a apresentação de um Documento de Origem Florestal (DOF), comprovando a origem de cortes autorizados. Já as espécies exóticas (provenientes de outras regiões e países), como algaroba, mangueira, jaqueira, jambolão, castanhola e sombreiro, podem ser negociadas livremente.

Fonte: Blog Paulista em 1º lugar

quarta-feira, 20 de junho de 2018

São João: campanha alerta para crime ambiental na festa



Madeira nativa ou de lei só pode ser vendida com autorizaçãoFoto: André Nery / Arquivo


A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) lançou a Campanha São João Ambiental a fim de sensibilizar a população para os impactos ambientais que podem ocorrer durante o São João. Os principais alvos são a soltura de balões e a queima de fogueiras. 

A fiscalização dos pontos de venda de lenha será realizada pelo órgão ambiental, principalmente, na Região Metropolitana do Recife, dentro da sistemática que já vem sendo feita nos últimos anos, para identificar desmatamentos ilegais. A madeira nativa ou de lei, como o ipê e a embaúba, espécies da Mata Atlântica e da Caatinga, respectivamente, só pode ser vendida nesta época de São João para armação de fogueiras com a apresentação do Documento de Origem Florestal (DOF). 

O comércio livre vale apenas para as espécies exóticas, ou seja, não nativas, como algaroba, mangueira, jaqueira, jambolão, castanhola e sombreiro. De acordo com a CPRH, a pena para quem vende, expõe à venda, tem depósito, adquire, transporta ou guarda madeira proveniente de desmatamentos ilegais varia de seis meses a um ano de detenção. Nesse caso, as multas aplicadas pela CPRH são de R$ 300 por unidade. 

Sobre a fabricação, venda, transporte e soltura de balões, o autuado pode ser conduzido à delegacia e responder processo criminal, cabendo pena de um a três anos de detenção. Do ponto de vista administrativo - área de atuação da CPRH -, as multas aplicadas variam de R$ 1 mil a R$ 10 mil por balão de São João apreendido. Para denunciar, basta ligar para o telefone: (81) 3182-8860.

Fonte: Folha de Pernambuco.

sábado, 9 de junho de 2018

SOLIDARIEDADE: Animais recebem ajuda no Centro Comercial de Igarassu.


Alguns bons exemplos vem chamando atenção das pessoas quando circulam pelo centro comercial de Igarassu, estabelecimentos comerciais estão colocando comedouros com ração e água para os cães abandonados.
A iniciativa tem recebido muitos elogios dos internautas pelas redes sociais. 
A Cidade de Igarassu possui mais de 110 mil habitantes, e milhares de animais abandonados pelas ruas, principalmente na feira livre, mas, infelizmente ainda não existe ações governamentais educativas no sentido de evitar o abandono de animais.
Alguns comerciantes sensibilizados com a situação vivida pelos animais, tomam iniciativas para ajuda-los e tem conquistado o apoio da população.

Fernando Melo - Professor
Foto: Rubens Santos.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Mercado da Ribeira: refúgio da arte do entalhe no coração de Olinda


Por: Tânia Passos - Diário de Pernambuco
Publicado em: 08/06/2018 08:16 Atualizado em: 08/06/2018 08:36

Foto: Thalyta Tavares / Esp. DP
Foto: Thalyta Tavares / Esp. DP
O Mercado da Ribeira produz uma das mais ricas tradições do artesanato de Olinda. Os quadros em óleo sobre madeira revelam parte do folclore e da paisagem da cidade pelas mãos dos artistas. Pedaços de madeira ganham forma com paisagens e personagens folclóricos. Pelas mãos dos artesãos surge o traçado do desenho que dá lugar à talha em alto relevo. O último passo é a pintura a óleo dando o toque final nos quadros. Os tamanhos são os mais variados e dependem da madeira que cada um consegue. Muitas são reaproveitadas de mobílias antigas. O corte preciso na madeira  revela ruas, casas, janelas, o céu e o mar de Olinda, de dia ou de noite. Cada cantinho se eterniza em algum pedaço do que um dia foi parte de uma gaveta ou porta e ganha um lugar de destaque na decoração de quem se rende à beleza dos quadros.
Parte das peças produzidas no Mercado da Ribeira é vendida nas feiras e lojas do Alto da Sé, principal ponto turístico de Olinda. A Sé atrai não apenas pela diversidadee de produtos comercializados, mas pelos equipamentos turísticos, como a própria catedral, o Observatório,  a Igreja da Graça e o Seminário, no ponto mais alto da cidade. “A Sé é o primeiro ponto de parada das agências de turismo. Muita gente não sabe que a maior parte das peças vendidas lá foi feita por nós aqui no mercado”, afirmou o artesão Manu de Olinda, 56 anos, que trabalha no Mercado da Ribeira criando e vendendo peças há 33 anos.
No momento da entrevista, o artesão Manu pintava o quadro de uma via sacra em tamanho vertical, sob encomenda. Parte do que ele vende é de pedidos de clientes já conhecidos. “Se a gente for contar só com o movimento daqui não consegue pagar as contas”, disse.  No box de nº 13, encontramos o artesão José Miguel Gomes Filho, 56 anos, que trabalha no mercado há 22 anos. Seu trabalho também é com madeira e ele faz quadros, caixinhas, porta-controle, abridor de garrafas, imã de geladeira, entre outras miudezas. Mas são os quadros, onde ele se sente mais à vontade para revelar o seu talento. “Gosto de retratar Olinda e o nosso folclore. O preto véio é uma das peças de maior saída”, revelou José Miguel Gomes.
A família de Luiz Andrade é toda artesã. As peças ocupam as prateleiras e paredes para chamar a atenção dos visitantes. O que não é de madeira foi comprado de outros artesãos. Os produtos em barro são oriundos do Alto do Moura, em Caruaru. “Nosso principal produto é feito em madeira e toda a família confecciona peças. Cada um com seu estilo. Mas também vendemos de artesãos de fora” contou Luiz Andrade.
A movimentação no mercado também sofreu a retração da crise, mas os artesãos acreditam que há possibilidade de melhora com uma maior divulgação. “Basta colocar o mercado na rota dos passeios turísticos, mas passando por aqui antes de subir na Sé”, sugere o artesão Manu. A limpeza do pátio e dos banheiros do mercado é bancada pelos artesãos. “A gente faz uma cotinha e um rapaz faz a limpeza. E vem funcionando assim por alguns anos”, contou.
Construído por volta do ano de 1693, o Mercado da Ribeira está localizado na Rua Bernardo Vieira de Melo, na parte alta da cidade de Olinda. O local já abrigou o antigo mercado de carne, farinha, peixes e escravos.  A edificação é caracatéristica do Brasil Colônia, com piso em tijolos, dois terraços com colunas e batente em pedra. Durante o carnaval de Olinda, no pátio do Mercado da Ribeira são realizados vários encontros de blocos e caboclinhos, saindo depois para os desfiles pelas ladeiras da Cidade Alta. A partir da década de 60 é que o mercado passou a ser explorado como equipamento turístico.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

IGARASSU: Comerciantes criam meios para ajudar os animais


Em Igarassu existe milhares de cães e gatos abandonados pelas ruas e devido a falta de apoio governamental para socorrer os animais, o grupo SOS Animais Abandonados vem conseguindo apoio de vários comerciantes da cidade.
De uma forma criativa os pequenos empresários sensibilizados com a causa estão buscando meios de ajudar e conseguir o apoio da população para resgatar os animais que vivem nas ruas.
Os pequenos gestos, como a colocação das caixinhas de moedas, estão fazendo diferença e tem ajudado o grupo de voluntários, que tem se dedicado na maneira do possível a retirar alguns animais abandonados nas ruas.
Nossos parabéns a esses comerciantes pelo apoio a causa animal.

sábado, 2 de junho de 2018

DEVASTAÇÃO AMBIENTAL NO LITORAL DE PERNAMBUCO


O litoral norte de Pernambuco carece bastante de politicas de preservação ambiental. Em vários locais com remanescentes de mata atlântica nas cidades de Paulista, Abreu e Lima, Igarassu, Araçoiaba e Itamaracá aparece registros de retirada ilegal de madeira e queimadas.
O Governo do Estado e as Prefeituras Municipais parecem estarem inertes ao problema, as autoridades ambientais não fazem monitoramento nas áreas de preservação, e quando existe denuncia, a fiscalização é precária, e com isso o nosso verde vem sendo devastado.
Precisamos de novos políticos comprometidos com a causa ambiental e apoio da população. Fernando Melo - Professor.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

DER-PE CONCLUI OBRAS DA PONTE DE ITAMARACÁ E ITAPISSUMA


O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Pernambuco concluiu as obras da ponte Getúlio Vargas, conhecida como ponte de Itamaracá, localizada na PE-035, que liga os municípios de Itapissuma e Itamaracá, no litoral sul do Estado. Com a conclusão dos serviços, a circulação de veículos e pedestres foi totalmente liberada. A iniciativa contou com investimento de R$ 2,9 milhões, do governo do Estado.

A iniciativa já está atendendo diretamente mais de 51 mil moradores dos dois municípios. A recuperação do equipamento foi autorizada em agosto de 2017. As intervenções incluíram a recuperação das áreas de passeio e dos guarda-corpos, contemplando também a instalação de 16 novos postes de iluminação e a pintura de toda sua estrutura restaurada.

A ponte de Itamaracá, construída há 70 anos sobre o canal de Santa Cruz, possui 380 metros de extensão por 9,7 de largura. É o único acesso viário que liga a Ilha de Itamaracá ao continente, num trecho da rodovia PE-035, por onde circula diariamente um fluxo aproximado de 5 mil veículos, número que aumenta em 30% nos dias mais movimentados durante os feriados prolongados, datas festivas e nos períodos de férias escolares.

Fonte: Destak Jornal